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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Refletindo no Dia da Árvore!

Pq Cidade de Toronto- Érica Sena

Hoje se comemora o Dia da Árvore, como todo mundo sabe. 
Particularmente acho que o dia delas é todo dia, porque elas são extremamente importantes para o equilíbrio do nosso Planeta, seja aonde elas estiverem, e de uma importância exuberante em nossa vida.
Que pena que tenha que existir data para que elas sejam reverenciadas.. Eu, prefiro as reverenciar em qualquer dia, quando, tenho a sorte de encontrá-las em meu caminho, sejam elas: floridas, verdes e nuas no outono. 
Floresta da Alemanha- 2011

Viva as árvores, e deixem elas viverem com dignidade e respeito que elas merecem!
Elas desempenham um papel fundamental em nossas vidas, não só quando viram utensílios, móveis, papeis, mas principalmente quando estão vivas e em pé!
Vamos abraçar as árvores, e não destruí-las! Isso é muito bommmmm!!!
E para homenagear as árvores, e a chegada da Primavera, assim como toda a paisagem natural, resolvi publicar novamente um dos meus artigos que mais gosto. Espero que gostem!





Só quem está atento, sorri ao ver os presentes da natureza!

Você já reparou que o tempo está passando muito rápido? E que passamos parte dele presos aos nossos pensamentos estressantes e depressivos, que nos impede de ver as coisas boas e de fácil acesso a todos? Por exemplo: você aprecia ver as  árvores floridas enquanto se desloca de um lugar para outro? Tem olhado para o céu, admirado o sol, as nuvens, as estrelas e a lua? Qual foi o último nascer ou pôr do sol que você viu?

Bem, a natureza nos proporciona sem cobrar nada um show de cores e de beleza diariamente, mas muitas pessoas passam desatentas a tudo isso, não dando tanta importância à presença da natureza. Ela nos presenteia 24 horas por dia, basta prestarmos atenção a ela, e observaremos algo surpreendente: como o formato das nuvens, a comunicação entre  as formigas, o formato das folhas, os aromas e as cores das flores, o pulo de um gato, o bater de asas de uma borboleta, o barulho da chuva, o assobiar do vento, a lua cheia...e muito mais!

Temos que começar a mudar antes que seja tarde demais! As pessoas precisam resgatar essa harmonia com o meio ambiente e, conseqüentemente se religar a uma força maior, e com a  nossa essência,  que, independente do nome que a dão nas diferentes religiões, nos traz paz de espírito e força, além de nos deixar encantadas com sua beleza. Quem já tem costume de apreciar a natureza sabe disso.

Acho impossível não se emocionar e sorrir ao ver uma bela árvore, ao ver o balé das borboletas sobre as flores,  ouvir o cantar dos pássaros e observar a simplicidade e beleza das flores.

Tento aprender com a natureza que a felicidade está em saber esperar à hora certa de florir, e que a beleza externa é efêmera, diferentemente da interna. Observo que a  felicidade está na simplicidade das coisa, assim como no modo de se relacionar com nossos irmãos da mesma ou de outra espécie, diferentemente do que se fala por aí,  a felicidade está ligada ao ato de ser e não de ter inúmeros bens de consumo.
É momento de mudarmos nossas atitudes e reciclarmos nossas crenças,  como nossos ancestrais, e voltarmos a nos alinhar com a mãe Terra!

Aproveite o dia de amanhã e faça esta lição de casa: observe mais, respeite mais e coloque mais amor no seu dia-a-dia. Tenho certeza que se muitos a fizerem, muitas mudanças de atitudes internas e externas serão sentidas por todos e viveremos num período de mais paz e harmonia.

E como diz Antoine de Saint-Exupéry, no livro O Pequeno Príncipe- “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Cative mais, e se responsabilize em cultuar a simplicidade de vida e entre em harmonia com o Planeta, se sentindo como parte dele e não como um ser superior que usa a natureza para o seu bem-estar.

Não se perca buscando inspiração, apenas, nas telas de celulares e notebooks: olhe para fora, e contemple as maravilhas da natureza, cheias de simplicidade, cores, odores e  formas! Sorria.. Respire fundo e recarregue suas energias!
Se todos fizessem isso, com certeza o mundo seria mais pacífico, pois respeitaríamos a nossa espécie, e a todas as outras, e o utópico desenvolvimento  sustentável seria possível.

#Reconectejácomsuaessencia

Érica Sena: bióloga, gestora ambiental, educadora



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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

BlackRock: fatores climáticos 'subestimados e sub-precificados'


Quando o maior gestor de ativos do mundo, com US$ 4,89 trilhões sob sua gestão, conclui que "todos os investidores devem incorporar a conscientização das mudanças climática em seus processos de investimento", é sinal de que o aquecimento global realmente entrou no mainstream. 

O paper "Adaptando as carteiras às alterações climáticas: implicações e estratégias para todos os investidores”, lançado pelo BlackRock Investment Institute em 6 de setembro, tem 16 páginas e uma forte mensagem. Significativamente, o documento é de co-autoria de Philipp Hildebrand, Vice-Chairman da BlackRock e ex-governador do Banco Nacional da Suíça, juntamente com Deborah Winshel, que também atua no FSB TFCD.

O documento diz que "todos os proprietários de ativos podem - e devem - tirar proveito ... de ferramentas de investimento relacionadas com o clima e estratégias para gerir o risco ... buscar retornos em excesso ou melhorar a sua exposição ao mercado." Os autores terminam dizendo investidores devem se preparar para "quadros regulatórios que resultem em preços realistas do carbono.

Trechos do paper da BlackRock:
Todos os investidores devem incorporar a conscientização das mudanças climáticas em seus processos de investimento» e que «fatores climáticos têm sido subestimados sub-precificados. No entanto, isso pode mudar à medida que os efeitos das alterações climáticas tornam-se mais visíveis.
Os investidores não podem mais ignorar as mudanças climáticas. Alguns podem questionar a ciência por trás, mas todos são confrontados com uma crescente onda de regulamentos e rupturas tecnológicas relacionados com o clima. Baseando-se nos insights dos profissionais de investimentos da BlackRock, detalhamos como os investidores podem mitigar os riscos climáticos, explorar oportunidades ou ter um impacto positivo. Concluímos que investir com consciência do clima é possível e não compromete metas tradicionais de maximizar o retorno dos investimento. Nós, então, refletimos sobre as medidas que as partes interessadas no debate sobre o clima estão considerando, incluindo o uso de precificação do carbono como uma maneira efetiva, em termos de custos, para reduzir as emissões. Nossa conclusão geral: acreditamos que todos os investidores devem incorporar a conscientização das mudança climáticas em seus processos de investimento.
Resumindo: nós acreditamos que fatores climáticos têm estado subestimados e sub-precificados. No entanto, isso pode mudar à medida que os efeitos das mudanças climáticas se tornam mais visíveis.
Resumindo: a redução das emissões de carbono exige gastos significativos em infra-estrutura verde e uma redução dos subsídios aos combustíveis fósseis. Isso cria grandes oportunidades de investimento em áreas que atraem o capital ou indústrias em risco de perturbação.

Resumindo: nossa pesquisa sugere que pode haver pouca desvantagem em incorporar gradualmente fatores climáticos no processo de investimento – há até mesmo potencial de crescimento.
Resumindo: green bonds são uma oportunidade de investimento e uma ferramenta de financiamento crescente para infraestrutura sustentável.

Repercussão na mídia econômica internacional:

The Economist destacou a constatação da BlackRock de que "durante o período entre março de 2012 a abril de 2016, as empresas que reduziram suas emissões de carbono foram as que bateram o MSCI World Index em 4%", enquanto aqueles com menor melhora tiveram um desempenho inferior em cerca de 5% (Acclimatising: Getting more sophisticated about green investing, Economist , 8 de setembro).

Reuters, por sua vez, disse que a BlackRock "está fortalecendo os seus dados e processos analíticos para refletir as mudanças no ambiente - e as respostas políticas a eles" (Funds leader BlackRock calls on investors to assess climate change impact, 6 de setembro).

Financial Times (Blackrock issues climate change warning, 6 de setembro) cita Ewen Cameron-Watt, da BlackRock, dizendo que o investimento consciente das mudanças climáticas é possível "sem comprometer os objetivos tradicionais de maximizar os retornos dos investidores."


Fonte: AViV Comunicação
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Mata Atlântica em Pé


 O Ministério Público do Paraná lançou recentemente o projeto “Mata Atlântica em Pé” com o objetivo de promover a reparação de danos ao meio ambiente e recuperar áreas que foram degradadas ou modificadas pela ação do homem. Este projeto foi desenvolvido em parceria com o IBAMA e com o Comando do Batalhão da Polícia Ambiental, ou seja, a Força Verde, e prevê ações como vistorias de campo e monitoramento.

O referido projeto tem também o apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que suspendeu novas autorizações de desmatamento até 2017, com a aplicação de R$ 6 milhões em multas. Isso porque somente no primeiro semestre deste ano foram desmatados 514 hectares irregulares e derrubadas 1.373 araucárias.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Paraná teve aumento de 116% de áreas desflorestadas nos últimos dois anos, o maior do país, liderando o ranking de desmatamento acumulado nos últimos 30 anos.

A suspensão da autorização florestal é uma forma de conter o desmatamento, em especial o irregular, que provoca danos não só às espécies nativas, mas a toda a biodiversidade deste importante e sensível ecossistema que é mata atlântica, em outros locais também conhecida como floresta atlântica.

Mas é necessário e urgente incorporar no currículo das escolas a educação para a sustentabilidade, buscando sensibilizar essa nova geração sobre a importância de um bom ar para respirar, de uma boa água para beber, dos seres vivos como um todo e da proteção dos ecossistemas terrestres tão vulneráveis e tão ameaçados como se encontram atualmente.

A autora norte-americana Elizabeth Kolbert, na sua obra “A Sexta Extinção”, apresenta informações importantes referentes à vulnerabilidade dos ecossistemas terrestres. A extinção mencionada pela autora provém da ação do homem na natureza, um ponto de atenção se considerarmos que as cinco extinções passadas ocorreram por fenômenos naturais e alinhamento do planeta.

Cabe a nós criar um efeito multiplicador positivo diante de tudo que nos é apresentado de forma negativa e acreditar que homem pode mudar a forma de pensar e de se apropriar dos bens que a natureza oferece gratuitamente, buscando o equilíbrio, a racionalização e o pensar dentro de uma ética nesta nova ordem mundial.

Rodrigo Berté*

* Rodrigo Berté é Diretor da Escola Superior de Saúde, Meio Ambiente, Sustentabilidade e Humanidades do Centro Universitário Internacional UNINTER.

Fonte: Pg1


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