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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Animais em extinção retornam à Mata Atlântica após restauração florestal


Urubu- rei

Projeto da The Nature Conservancy, Verdesa e Fundação Alcoa de restauração florestal trouxe a fauna de volta ao bioma tropical que tem uma das maiores biodiversidades do mundo

 Com a recuperação florestal das áreas degradadas da Mata Atlântica no município de Anhembi, interior de São Paulo, espécies como a onça-parda e o tamanduá-bandeira voltaram à região. O retorno da vida selvagem ao seu habitat natural foi capturado por câmeras instaladas por especialistas nas áreas recém restauradas em uma fazenda privada para monitorar a presença de animais na região.

Em 2011, a consultoria ambiental Verdesa uniu-se à The Nature Conservancy (TNC), a maior organização ambiental do mundo para recuperar áreas degradadas.  A região passou então a fazer parte do projeto global da TNC, denominado Plant a Billion Trees (PBT) – que desde 2008 recupera partes estratégicas da Mata Atlântica em diferentes estados brasileiros. O PBT também restaura o bioma cerrado no Brasil e florestas com biodiversidade excepcional na China e nos Estados Unidos.

Por dois anos, especialistas identificaram as áreas mais estratégicas para reflorestar. Com o apoio da Fundação Alcoa e de outros parceiros, foram plantadas mudas de árvores nativas em terras degradadas, feito a condução da regeneração natural em locais com resiliência e o isolamento dos fatores de degradação para evitar que o gado pastoreie no local.  A TNC e a Verdesa  monitoraram o crescimento da floresta aplicando metodologia específica desenvolvida junto ao PACTO pela restauração da Mata Atlântica.

As imagens capturadas pelas câmeras ao longo de 2015 registraram várias imagens de animais, como a caminhada majestosa de uma onça-parda, as asas abertas de um urubu rei descansando no chão e até mesmo um tamanduá bandeira cutucando a câmera. (Veja os vídeos aqui.) As gravações mostram que as espécies, ameaçadas de extinção, voltaram graças ao trabalho de restauração florestal.

Um dos principais fatores que a TNC considera para selecionar as regiões a serem recuperadas pela iniciativa PBT é o potencial de conectar áreas de floresta ao longo do território para criar “corredores ecológicos” contínuos, que contribuem mais para a conservação da biodiversidade do que remanescentes de florestas fragmentados. Outro elemento é a relevância da área para a conservação de rios e nascentes. A região de Anhembi tem grande importância para a Bacia do Rio Tietê, que fornece água aos moradores do município e das comunidades vizinhas.

“Esta área é um bom exemplo de como a restauração florestal pode trazer rápido retorno à fauna porque há mais espaço para os animais viverem e se movimentarem no território. Comunidades locais também se beneficiam, pois as florestas ajudam a preservar o abastecimento de água da região. Ainda traz resultados para todo o planeta porque as árvores armazenam carbono e mitigam as mudanças climáticas causadas pelos seres humanos”, explica o gerente de restauração da TNC, Rubens Benini.  “Ficamos surpresos ao ver animais que pensávamos estarem extintos e predadores do topo da cadeia alimentar em torno dessas áreas após apenas quatro anos de esforços de restauração”, acrescenta.

Desde 2008, a Campanha PBT já ajudou a trazer mais de 30 milhões de mudas de árvores nativas no Brasil que resultaram na restauração de mais de 12 mil hectares de áreas degradadas no país. A Fundação Alcoa começou a apoiar a iniciativa em 2010.

Acreditamos que um investimento na preservação do ambiente natural é um investimento na sustentabilidade de longo prazo das comunidades”, informa a gerente de Programa da Alcoa Foundation, Alice Truscott. “Aplaudimos a TNC por este avanço nos esforços de restauração da Mata Atlântica. Sua comprovada experiência no campo está ajudando a proteger a importante biodiversidade no Brasil e estamos orgulhosos de apoiar esses esforços”, completa.

Projetos de restauração na Mata Atlântica são essenciais para a sobrevivência deste bioma e para manter sua capacidade de continuar oferecendo serviços ambientais inestimáveis ​​para mais de 120 milhões de brasileiros que vivem nessas regiões. Originalmente, a Mata Atlântica cobria uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados em 17 dos 26 estados do Brasil. Hoje apenas 12% da floresta permanecem e a maior parte não é conservada o suficiente para proteger a rica biodiversidade do local, que inclui uma em cada 20 espécies de vertebrados na Terra e 20 mil espécies diferentes de plantas.

Para saber mais sobre os projetos de restauração da Conservancy no Brasil, visite www.tnc.org.br/restauracao.

Sobre a TNC
The Nature Conservancy é a maior organização sem fins lucrativos de conservação ambiental do mundo. Está presente em mais de 35 países, adotando diferentes estratégias com a missão de conservar as terras e águas das quais a vida depende. No Brasil, onde atua há mais de 25 anos, a TNC promove iniciativas nos principais biomas, com o objetivo de compatibilizar o desenvolvimento econômico e social dessas regiões com a conservação dos ecossistemas naturais. O trabalho da TNC concentra-se em ações ligadas a Agropecuária Sustentável, Segurança Hídrica e Infraestrutura Inteligente além de Restauração Ecológica e Terras Indígenas. Saiba mais sobre a TNC emhttp://www.tnc.org.br

Sobre a Fundação Alcoa
A Alcoa Foundation é uma das maiores fundações corporativas nos Estados Unidos, com ativos de aproximadamente US$ 480 milhões. Fundada há 64 anos, a Alcoa Foundation investiu mais de US$ 635 milhões em comunidades em todo o mundo. Em 2015, a Fundação Alcoa contribuiu com mais de US$ 22 milhões para organizações sem fins lucrativos em todo o mundo, criando parcerias inovadoras para melhorar o meio ambiente e educar os líderes de amanhã para carreiras em manufatura e engenharia. O trabalho da Alcoa Foundation é reforçado pelos milhares de voluntários de funcionários da Alcoa que compartilham seus talentos e tempo para fazer a diferença nas comunidades onde a Alcoa opera. Através da assinatura do mês de assinatura do programa de serviço, em 2015, 47% dos funcionários da Alcoa participaram em 1 mil eventos em 24 países, beneficiando mais de 300 mil pessoas e 400 organizações sem fins lucrativos. 
Para mais informações, visitalcoafoundation.com e siga @AlcoaFoundation no Twitter.

Fonte: Imagem Corporativa 
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O futuro das empresas depende da valorização da biodiversidade. Ulisses Sabará


Apostar no uso da biodiversidade como forma de valorização dos negócios é uma realidade cada vez mais próxima das empresas, principalmente no Brasil, um país repleto de riquezas naturais e com 60% de seu território cobertos por vegetação. No entanto, para investir nessa tendência, é preciso saber aproveitar os recursos da natureza de maneira sustentável. Em outras palavras, para manter a competitividade, é preciso estar alinhado à necessidade do consumidor, a cada dia mais atento a transparência, ética e respeito ao meio ambiente.

Aliás, essa é uma questão que foi abordada recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao apresentar o estudo “Retrato do uso sustentável de recursos da biodiversidade pela indústria Brasileira”. A análise ouviu 120 executivos de pequenas, médias e grandes indústrias.

Entre os pontos apresentados, chama a atenção o fato de que 86,7% dos gestores brasileiros enxergam que a importância atribuída ao uso da sustentabilidade aumentou nos últimos cinco anos. Para eles, isso ocorre devido à maior conscientização das pessoas, ao aumento de campanhas ligadas ao tema e também ao fato de os empresários estarem mais atentos ao uso sustentável da biodiversidade.

A análise ainda apontou que, nos últimos dois anos, 52,5% das empresas investiram em produtos que utilizam recursos da biodiversidade. Além disso, no mesmo período, 48% das companhias de grande porte investiram em ações ou projetos voluntários de conservação ambiental.

Os resultados mostram que o país está muito mais comprometido com o respeito ao meio ambiente do que há alguns anos. Muitos já enxergam que a biodiversidade tem o poder de tornar os negócios mais competitivos. E a meta é que, com o passar dos anos, novas companhias se inspirem e invistam em modelos de negócios mais transparentes, com cadeias de produção comprometidas com o bem-estar das gerações atuais e futuras.

Afinal, existe um interesse crescente da população mundial por produtos eficazes e que tenham uma história verdadeira de sustentabilidade por trás deles. E é nisso que a Beraca aposta ao trabalhar com produtos de origem não madeireira, como frutos e sementes da biodiversidade brasileira. O modelo de negócio adotado pela empresa garante não somente a preservação dos biomas naturais, mas também a criação de uma cadeia de valor, capaz de estimular a preservação ambiental e promover uma melhoria na qualidade de vida das famílias extrativistas.

Esse é apenas um exemplo. O importante é mostrar que, para uma mudança sustentável, é preciso investir na criação de sistemas, processos e políticas. Certamente, com ações capazes de recuperar e tratar o solo e preservar as florestas e as plantações, será possível resgatar o valor das riquezas naturais e ampliar ainda mais o poder da nossa biodiversidade. Essa é uma iniciativa capaz de transformar o meio ambiente e a nossa economia.

Ulisses Sabará é Presidente da Beraca, líder global no fornecimento de ingredientes naturais provenientes da biodiversidade brasileira para as indústrias de cosméticos, produtos farmacêuticos e cuidados pessoais.

 Fonte: Grupo Image
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Expedição revela a Bacia do Sapateiro, no entorno do Sesc Vila Mariana

Atividade será coordenada pela Iniciativa Rios e Ruas e faz parte da programação integrada à exposição “Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da Cidade”, em cartaz até 18 de dezembro


Até o dia 18 de dezembro, o Sesc Vila Mariana exibe a exposição Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da Cidade, que por meio de uma maquete interativa, apresenta a extensão e a dimensão da hidrografia da cidade de São Paulo,  atualmente encoberta por ruas e avenidas.

No dia 3 de dezembro, sábado, das 10h30 às 13h30, a Iniciativa Rios e Ruas coordena uma expedição pelo entorno da Unidade, onde está localizada a Bacia do Sapateiro, atualmente encoberta pelo chão da cidade. Haverá interprete de LIBRAS e audiodescrição, durante a atividade. 

As inscrições, gratuitas, podem ser realizadas na Central de Atendimento, desde 25 de outubro. A exposição ficará aberta à visitação no Espaço de Tecnologias e Artes (3º andar, Torre A), de terça a sexta, das 10h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

 A exposição Rios Des.Cobertos, realização do Sesc São Paulo, é uma parceria entre o Estúdio Laborg e a Iniciativa Rios e Ruas

maquete conta com uma projeção mapeada interativa e é estruturada em camadas informativas (entre elas, os rios e corpos d´água da cidade, as sub e micro-bacias, parques e praças com corpos d´água e a mancha urbana de São Paulo), e oferece a experiência sensorial como ferramenta lúdica para instigar os visitantes, dando autonomia na aquisição de conhecimento e liberdade de escolha do que se quer descobrir. O público poderá navegar pela instalação de modos diferentes: descobrindo os caminhos das águas na cidade de São Paulo, cotejando os rios que permanecem a céu aberto com todos aqueles que correm subterraneamente, identificando as consequências desse ocultamento dos cursos d´água, conhecendo a história das retificações dos rios e vendo as ações já em curso para o redescobrimento desses rios. Além de tudo isso, poderá se aprofundar no conhecimento da Bacia do Sapateiro, localizada na região do entorno do Sesc Vila Mariana, estendendo-se da região do metrô Ana Rosa até o Parque Ibirapuera.

Paralelamente, a exposição contará com totens que transmitem de forma didática informações sobre o passado, presente e futuro dos rioscursos e corpos d´água de São Paulo e mais especificamente sobre a Bacia do Sapateiro. O público participa de maneira direta em cada percurso desenhado, transformando sua percepção, através da exploração das possibilidades apresentadas. Um dos objetivos da instalação é mostrar que os rios de São Paulo estão vivos, basta estar atento, se aproximar, olhar e refletir. 

Programação IntegradaO público poderá também participar de uma expedição pelo entorno do Sesc Vila Mariana, conduzida pela Iniciativa Rios e Ruas, com o objetivo de percorrer os locais onde é possível observar, ouvir e perceber a passagem do Rio do Sapateiro e seus afluentes, chegando até o Parque Ibirapuera. 

A expedição acontecerá no dia 3/12, entre 10h30 e 13h30

Para participar, é necessário realizar inscrição prévia na Central de Atendimento do Sesc Vila Mariana, a partir de 25 de novembro, de terça a sexta, das 9h às 21h30 e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30. A atividade é gratuita e contará com intérprete de LIBRAS e audiodescrição.

O projeto expositivo conta ainda com uma programação integrada, com a mediação da equipe educativa, com atividades que incitarão ao debate sobre os temas da sustentabilidade e do uso responsável dos recursos hídricos, além de oferecer a possibilidade de agendamentos para visitação de grupos, através do email agendamento@vilamariana.sescsp.org.br

Estúdio Laborg tem como principal campo de atuação o audiovisual como instrumento principal para transmitir informações, sensações e sentimentos. Com foco em artemídia, suas ações estão conectadas a manifestações artísticas relacionadas às novas mídias, tecnologias, comunicações de massa, modalidades eletrônicas e envolvem práticas que vão da apresentação conceitual e performances a instalações. O caráter didático da exposição foi reforçado com o convite feito à Iniciativa Rios e Ruas, cuja experiência prática em ações educativas resultou em uma consultoria para a pesquisa e desenvolvimento dos conteúdos, informações e dados da maquete e na criação da programação integrada à exposição.

Saiba mais sobre a exposição no Portal Sesc SPbit.ly/RiosDesCobertosAssista ao vídeo com a maquete em funcionamento: 


Serviço:
Rios Des.Cobertos – O Resgate das Águas da CidadeExposição
Realização: Sesc São Paulo
Criação e concepção: Estúdio Laborg
Consultoria e ações educativas: Iniciativa Rios e Ruas
Até 18 de dezembro
Terça a sexta, das 10h às 20h
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h
Local: Espaço de Tecnologias e Artes – 3º andar, Torre A (capacidade: 40 pessoas)
Livre
Grátis

Agendamento de grupos através do email:
agendamento@vilamariana.sescsp.org.br 
Rios & Ruas - ExpediçãoCom a Iniciativa Rios e RuasDia 3 de dezembro, sábado, das 10h30 às 18h30Ponto de Encontro: Espaço de Tecnologias e Artes (3º Andar – Torre A)
Classificação indicativa: 12 anos
Grátis
Inscrições na Central de Atendimento, desde 25/10

Horário de funcionamento da Unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábados, das 9h às 21h; e domingos e feriados, das 9h às 18h30.

Central de Atendimento (Piso Superior - Torre A)
: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Estacionamento: R$ 5,50 a primeira hora + R$ 2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 12 a primeira hora + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 200 vagas.

Sesc Vila MarianaRua Pelotas, 141, São Paulo - SP
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br

 
Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Vila Mariana
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