Inscreva-se no Feed do Pensar Eco e receba os posts por email!

www.pensareco.com

sábado, 20 de maio de 2017

Que tal descartar seu eletroeletrônico sem uso na Coopermiti?


http://www.coopermiti.com.br


 A Cooperativa de Trabalho, Produção e Reciclagem de Resíduos Sólidos Eletroeletrônicos- COOPERMITI é uma cooperativa sem fins lucrativos, conforme Lei 5.764/71, pioneira central de resíduos eletroeletrônicos (e-lixo) no Brasil a ser conveniada com um órgão de gestão pública para essa finalidade. 


Ela é certificada com ISO 9001:2008 e ISO 14001:2004, desenvolve e opera soluções para a manufatura reversa do lixo eletrônico (Computadores, CPUs, notebooks,  impressoras, rádios, celulares, televisões, Liquidificadores, microondas, entre outros), utilizando-se desse processo  para realizar um trabalho de inclusão social, inclusão digital, capacitação, educação ambiental e cultura.

Efetuam coleta gratuita na cidade de São Paulo com os caminhões cedidos pela PMSP nas residências, e coletam nas empresas mediante cobrança do frete. Eles recebem de todo o Brasil, o frete fica a cargo da instituição que está descartando.

Após coleta realizada ou recebimento na sede, no prazo médio de 7 (sete) dias uteis emitem o Termo de Responsabilidade, onde constam as licenças ambientais, a Razão Social, localidade, CNPJ da empresa que está descartando e a quantidade em quilos de material descartado.

Se o material a ser descartado fizer parte do patrimônio da empresa é necessário dar baixa no ativo e depois emitir uma Nota Fiscal de descarte para a Coopermiti e solicitar a coleta ou entregar o material em nossa sede.

Se não fizer parte do patrimônio da empresa, basta emitir uma declaração de descarte em papel timbrado em duas vias e solicitar a coleta ou entregar o material em nossa sede.

Coleta para pessoa física / munícipe pode ser realizada com o caminhão da PMSP sem custo de frete, coleta para o condomínio / pessoa jurídica será cobrado o valor do frete de acordo com distância e cubagem.

Atenção!!! 

Materiais que não recebem: lâmpadas.


Haverá custo / cobrança caso seja descartado os itens abaixo relacionados (tabela vigente Maio/2017):
Monitor e Televisor CRT (tubo) - o valor varia entre R$ 5,00 à R$ 10,00, dependendo do tamanho em polegadas, devido o chumbo e pós fosfórico do tubo CRT;
Fibra ótica - R$ 3,50 por quilo
Fitas magnéticas (DAT, VHS, K7, Beta Cam, Disquetes) - R$ 2,50 por quilo;
Rolo de filme - R$ 2,50 por quilo;
Toner e cartucho de tinta - R$ 2,50 por quilo;Refrigerador, frigobar, freezer - R$ 170,00 por unidade, devido o fluído, gás e demais resíduos para destinação;
Pilhas e baterias - R$ 2,50 por quilo
Aparelhos de ar condicionado - R$ 70,00 a unidade; Bebedouros que refrigeram - R$ 70,00 a unidade.

A COOPERMITI oferece serviço de destruição segura de dados  /  destinação com emissão do Laudo Técnico de Manufatura Reversa.

Expediente é de 2ª à 6ª feira das 08h00 às 17h00 e aos sábados das 08h00 às 11h30, exceto feriados.
Fonte: COOPERMITI 
<---conte da="" do="" postagem---="" sua="">

Reciclagem e redução do desperdício nas escolas com ajuda do Manual de Resíduos orgânicos

http://www.ccacoalition.org/sites/default/files/2016_A-Handbook-for-schools-on-organic-waste-management_ISWA_CCAC_Portuguese.pdf

MANUAL DE GEST
ÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS CHEGA ÀS ESCOLAS PARA INCENTIVAR RECICLAGEM E REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO

Estimativa da ABRELPE é que as escolas municipais paulistanas tem grande potencial para reduzir emissões de Gases de Efeito Estufa. O manual, desenvolvido com o apoio da entidade e distribuído pela Prefeitura, estimula o aproveitamento dos resíduos gerados para mitigação das mudanças climáticas.

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo lançou no dia 18/04 o Manual para Gestão de Resíduos Orgânicos nas Escolas, publicação desenvolvida pela ISWA e coordenada pela ABRELPE (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).

Com distribuição gratuita, o manual foi publicado no âmbito da Coalizão pelo Clima e Ar Limpo - CCAC (Climate & Clean Air Coalition), que tem por objetivo prestar assistência técnica a municípios com vistas à redução de emissões de poluentes. 

"O Manual foi elaborado para orientar o melhor aproveitamento e incentivar as escolas a reduzir o desperdício de alimentos; a realizar ações de separação e reciclagem dos resíduos orgânicos, para diminuir as emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) decorrentes da decomposição desses resíduos", explica Carlos Silva Filho, diretor presidente da ABRELPE.

Segundo estimativa da ABRELPE, as escolas municipais paulistanas de ensino infantil, fundamental e médio geram cerca de 30 mil toneladas de resíduos orgânicos provenientes das 245,7 milhões de refeições servidas por ano aos estudantes. Se forem considerados ainda os resíduos gerados pela manutenção das áreas verdes e hortas (galhos, folhas e gramíneas), e que representam outras 15 mil toneladas, o total de resíduos orgânicos produzidos pelas escolas públicas municipais atinge 45 mil toneladas por ano, que seguem para os aterros sanitários.

"Esse volume de resíduos orgânicos gerados nas escolas apresenta grande potencial de aproveitamento e, por consequência, de redução de emissões de gases de efeito estufa", comenta Gabriela Otero, coordenadora do departamento técnico da ABRELPE.

A ABRELPE estima que se esses resíduos deixassem de ir para os aterros e fossem objeto de tratamento nas próprias escolas, cerca de 40 mil toneladas de CO2 equivalente deixariam de ser emitidas na atmosfera.

"A gestão adequada de resíduos orgânicos nas escolas municipais da cidade de São Paulo sozinhas tem potencial para responder por 0,05% da meta nacional de redução de emissões de GEE que o Brasil assumiu até 2025, pelo Acordo de Paris, e contribuir em mais de 4% da meta de redução de emissões pelo setor de resíduos estabelecida por lei estadual para o ano de 2020", afirma o diretor presidente da ABRELPE.

"A orientação e sensibilização das crianças em idade escolar tem sido uma estratégia de sucesso em todo o mundo, pois elas passam a ser importantes aliadas em práticas de gestão de resíduos, e dão exemplo à sua comunidade interna (diretores, coordenadores, professores), e tambéà externa (vizinhança, familiares e prestadores de serviços), afirma a coordenadora da ABRELPE. 

A gestão e o tratamento local dos resíduos orgânicos nas escolas contribuem significativamente para o combate das mudanças climáticas e provocam impacto positivo para a cidade e todo o Paíscomplementa Silva Filho.

O manual, que evidencia o só a importância das unidades escolares como educadoras, mas também como gestoras de seus próprios resíduos sólidos, é resultado de pelo menos seis meses de pesquisas e atividades realizadas junto a 18 escolas municipais que já adotam iniciativas de compostagem ou possuem interesse em iniciá-las. 

"A partir do lançamento o conteúdo do Manual está disponível para todas demais escolas da cidade de São Paulo e do país que tiverem interesse em adotar uma melhor gestão dos resíduos orgânicos, contribuindo com a proteção do meio ambiente e redução das mudanças climáticas", conclui Silva Filho.

A publicação também apresenta cases exemplares de gestão dos resíduos orgânicos, como o da EMEI Dona Leopoldina. A Escola, da região da Lapa, tem 230 estudantes e gera cerca de 300 kg de resíduos orgânicos, que são tratados e transformados em composto para adubar a horta local.

Manual: 

Sobre a ABRELPE (www.abrelpe.org.br)

Criada em 1976, a ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais é uma associação civil sem fins lucrativos, que congrega e representa as empresas que atuam nos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.
Sua atuação está pautada nos princípios da preservação ambiental e do desenvolvimento sustentável e seu objetivo principal é promover o desenvolvimento técnico-operacional do setor de resíduos sólidos no Brasil.
Comprometida para o equacionamento das demandas decorrentes da gestão de resíduos, a ABRELPE desenvolve parcerias com poder público, iniciativa privada e instituições acadêmicas e, por meio de estudos, campanhas, eventos e premiações, busca conscientizar a sociedade para a correta gestão dos resíduos.
No contexto internacional, a ABRELPE é a representante no Brasil da ISWA – International Solid Waste Association e sede da Secretaria Regional para a América do Sul da IPLA (Parceria Internacional para desenvolvimento dos serviços de gestão de resíduos junto a autoridades locais), um programa reconhecido e mantido pela ONU através da UNCRD - Comissão das Nações Unidas para Desenvolvimento Regional. Além disso, a ABRELPE é integrante da Iniciativa para os Resíduos Sólidos Municipais da CCAC (em inglês, Climate and Clean Air Coalition), uma parceria internacional para o meio ambiente que atua em diversas frentes para redução de poluentes e no combate às mudanças climáticas.

Fonte: GPCOM Comunicação Corporativa
<---conte da="" do="" postagem---="" sua="">

Para preservar o meio ambiente, é preciso cuidar das cadeias degradadas


Carnaúba: Crédito de imagem: Vento Nordeste
Quando falamos em ações de sustentabilidade nos dias de hoje, um ponto importante que se faz presente a todos é o uso de recursos escassos que possibilitem estimular o desenvolvimento social por meio de um modelo econômico ético e transparente. No entanto, é preciso enxergar essa questão de maneira muito mais ampla, afinal investir na recuperação de cadeias degradadas é tão importante quanto preservar os biomas naturais.

No Brasil, temos como exemplo a cadeia da carnaúba, encontrada nos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Trata-se de uma cultura majoritariamente extrativista, mas de fácil plantio, resistente às diferentes condições climáticas (inclusive à seca) e que também dá origem a uma cera utilizada por diferentes companhias de cosméticos a eletrônicos em todo o mundo.

Apesar de se tratar de uma matéria-prima de grande importância ao mercado, a sua cadeia produtiva ainda conta com irregularidades, como as denúncias de trabalhos escravo. Dados divulgados em 2016, durante o Seminário sobre Combate ao Trabalho Escravo realizado na assembleia legislativa do Ceará, apontam que 47 das 70 pessoas resgatadas no estado, em 2015, por trabalhar em condições degradantes faziam parte da cadeia produtiva da carnaúba.

Uma das estratégias para combater o problema é replicar nessas regiões modelos de negócios bem-sucedidos em outras partes do país. Nesse sentido, podemos destacar o trabalho realizado pela Beraca em áreas com incidência de extração ilegal de madeira. 

A proposta da empresa é promover parcerias com comunidades de diferentes biomas, principalmente o amazônico, e oferecer a elas oportunidades de renda com recursos florestais não madeireiros, investindo em treinamentos e capacitações para ensinar que é possível garantir uma fonte de renda extra a partir dos frutos e sementes, sem agredir o meio ambiente ou a necessidade de trabalhar em condições degradantes.

Os insumos naturais obtidos a partir dessa atividade se transformam em matérias-primas para as indústrias de cosméticos, beleza e cuidados pessoais, que apostam no uso de ativos da biodiversidade em suas formulações, na busca por produtos de alta performance.

Para comprovar a eficiência dessa estratégia, um estudo promovido com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) destaca que, para cada R$ 1,00 investido no extrativismo sustentável no Pará, são retirados R$ 3,60 da mão da obra por trabalho em madeireiras ilegais.

Somado a isso, em muitos lugares ainda temos o aumento da eficiência de políticas públicas, como o seguro-defeso, que garante um benefício aos pescadores durante o período de reprodução dos peixes, e a Bolsa Verde, responsável por oferecer auxílio financeiro a cada três meses para famílias em situação de extrema pobreza que vivem em áreas de relevância para a conservação ambiental.

Diante desse cenário, o importante é enxergar que o futuro do planeta depende de iniciativas que inibam ações ilegais e que, na medida do possível, preencham a lacuna de renda deixada por essas atividades. Para isso, o setor público e as instituições privadas devem criar políticas capazes de estimular a preservação ambiental, promover o desenvolvimento social e a visão de melhoria de futuro dos moradores que vivem nas áreas em que existem áreas degradadas. (Thiago Terada)

Thiago Terada é Gerente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da Beraca, líder global no fornecimento de ingredientes naturais provenientes da biodiversidade brasileira para as indústrias de cosméticos, produtos farmacêuticos e cuidados pessoais.

Fonte: Grupo Image

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...