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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Coral Vivo lança livro sobre pesquisas em recifes coralíneos

http://coralvivo.org.br/publicacoes/conhecendo-os-recifes-brasileiros-rede-de-pesquisas-coral-vivo/


O primeiro livro de divulgação científica sobre recifes de coral em português acaba de ser lançado. Com o título “Conhecendo os Recifes Brasileiros: Rede de Pesquisas Coral Vivo“, ele apresenta uma compilação de estudos sobre a biodiversidade desse frágil e importante ecossistema. Está dividido em 25 capítulos assinados por cientistas de dez universidades e institutos que atuam de forma integrada.

 A obra será distribuída gratuitamente para bibliotecas e estará disponível para download no site www.coralvivo.org.br, no todo e como capítulos isolados.

“Buscamos usar uma linguagem clara e acessível para aproximar os estudantes de iniciação científica e o público em geral da beleza e importância dos recifes de coral”,explica o biólogo marinho Clovis Castro, coordenador geral do Projeto Coral Vivo, que é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. “Por estar em português, acredito que seja uma oportunidade de alcançar um número maior de pessoas, visto que as publicações sobre o tema no Brasil, até então, somente eram publicadas em inglês, completa a editora do livro, a bióloga Carla Zilberberg, que é professora do Departamento de Zoologia do Instituto de Biologia da UFRJ.

Além de Zilberberg, “Conhecendo os Recifes Brasileiros” tem como editores os pesquisadores Douglas Pinto Abrantes, Joseane Aparecida Marques, Laís Feitosa Machado e Laura Fernandes de Barros Marangoni, que atuam na Rede de Pesquisas Coral Vivo. Os capítulos têm a autoria de pesquisadores associados da Rede e seus alunos de universidades públicas e particulares de diferentes estados.

Criada oficialmente em 2011, a Rede de Pesquisas Coral Vivo foi iniciada a partir dos trabalhos realizados de forma colaborativa pelo Projeto Coral Vivo, desde 2003. Os integrantes trocam conhecimentos complementares e de fontes distintas sistematicamente. A obra de divulgação científica faz parte da Série Livros Museu Nacional/UFRJ e tem 360 páginas.

Dados sobre o livro
Título: “Conhecendo os Recifes Brasileiros: Rede de Pesquisas Coral Vivo”.
Editores: Carla Zilberberg, Douglas Pinto Abrantes, Joseane Aparecida Marques, Laís Feitosa Machado e Laura Fernandes de Barros Marangoni.
Série Livros Museu Nacional. 360 páginas. Distribuição gratuita para bibliotecas e conteúdo disponível na seção Publicações do site do Projeto Coral Vivo. 

Acesse

Sobre o Projeto Coral Vivo
O Projeto Coral Vivo é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e trabalha com pesquisa, educação, comunicação e políticas públicas para a conservação e o uso sustentável dos ambientes recifais do Brasil. Ele faz parte da Rede Biomar, junto com os projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Golfinho Rotador e Tamar. Todos patrocinados pela Petrobras, eles atuam de forma complementar na conservação da biodiversidade marinha do Brasil, trabalhando nas áreas de proteção e pesquisa das espécies e dos habitats relacionados. As ações do Coral Vivo são viabilizadas também pelo copatrocínio do Arraial d’Ajuda Eco Parque, e realizadas pela Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN) e pelo Instituto Coral Vivo (ICV). 
Mais informações na página www.fb.com/CoralVivo e no site www.coralvivo.org.br.

Fonte: Influência Comunicação

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​​Plástico Verde da Braskem é utilizado pela Asahi Soft Drinks no Japão


Fabricante de refrigerantes adota tecnologia brasileira que utiliza cana-de-açúcar para produzir resina
 
A empresa Asahi Soft Drinks, umas das principais fabricantes de refrigerantes do Japão, começou a utilizar o Polietileno Verde da Braskem, maior petroquímica das Américas. A resina produzida pela empresa brasileira a partir de cana-de-açúcar será utilizada nas tampas das garrafas de 1,5 litro de Mitsuya Cider. A nova adoção é resultado da parceria com a Toyota Tsusho Corp, que desempenha um importante papel na distribuição e expansão do Plástico Verde na Ásia e Oceania.
 
Com a decisão de adotar o Plástico Verde I’m green™ nas embalagens de seus produtos e outras soluções renováveis, a Asahi reforça seu compromisso de reduzir um impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente.
 
Com as mesmas caraterísticas do polietileno de origem fóssil, o Plástico Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção.
“A conquista de um novo cliente é mais uma demonstração da crescente preocupação de companhias de todo o mundo com a sustentabilidade”, afirma Alexandre Elias, diretor de Renováveis da Braskem.
 
Sobre a Braskem
Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual de 16 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos petroquímicos básicos e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. Com o propósito de melhorar a vida das pessoas, criando as soluções sustentáveis da química e do plástico, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.
 
Braskem nas redes sociais
 
Fonte: CDN Comunicação
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Câmeras registram anta em importante remanescente de Mata

Anta (Tapirus terrestris).

Câmeras registram anta em importante remanescente de Mata Atlântica do Sul do Brasil

Câmeras de monitoramento instaladas em pontos estratégicos do Parque Nacional do Iguaçu, em Céu Azul (PR), registraram a presença de uma anta (Tapirus terrestris).

 A espécie, considerada o maior mamífero terrestre do Brasil, pode chegar a dois metros de comprimento e 300 quilos. Ameaçada e classificada como ‘vulnerável’ pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), a anta desempenha papel fundamental na dispersão de sementes de espécies florestais, o que contribui para a manutenção da regeneração natural da área e com o fluxo de genes entre diferentes populações, essencial para a evolução das espécies.

O flagrante foi comemorado por pesquisadores do projeto Mamíferos como indicadores da saúde do ecossistema Floresta com Araucárias”, apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e desenvolvido pelo Instituto Neotropical Pesquisa e Conservação.

  “ A existência de uma grande área preservada como o Parque Nacional do Iguaçu garante não só a presença da espécie em uma região – Oeste do Paraná – quase totalmente convertida em paisagens agrícolas, mas possibilita que ela mantenha populações geneticamente saudáveis, fundamentais para a sobrevivência da espécie em longo prazo”, afirma Carlos Rodrigo Brocardo, pesquisador associado do Instituto Neotropical Pesquisa e Conservação.

Assista agora o vídeo onde a anta aparece no Parque Nacional do Iguaçu

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Fonte: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza 
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