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quinta-feira, 5 de março de 2015

Pensar Eco apóia terapias complementares para saúde

Não tem como falar de natureza, sem lembrar de como estar em contato dela nos faz bem!
O verde das árvores nos acalma, o barulho da água nos relaxa, as cores das flores e pássaros nos encantam, e a energia do sol nos ilumina e nos equilibra.

Assim como a natureza,  o nosso corpo também necessita de equilíbrio para se manter saudável, por isso acredito na importância do uso de terapias complementares em nosso dia a dia: Reiki, acupuntura, cromoterapia, florais, etc. 

Como Reikiana, sei da importância de estarmos com os chakras em equilíbrio para mantermos a saúde dos nossos corpos, por isso estou divulgando o trabalho terapêutico da minha amiga Valdirene Mantovani no Espaço Terapêutico Citrino

Para quem já fez o Reiki I e II, recomendo este curso:



segunda-feira, 2 de março de 2015

Consultoria Ideia Sustentável lança estudo inédito sobre ferramentas de gestão para a sustentabilidade



Mais de 200 profissionais participaram do lançamento na FIESP
Mais de 200 executivos, líderes e profissionais interessados em sustentabilidade participaram, na manhã do dia 25/fev, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), do lançamento do 4º Estudo NEXT: Ferramentas de Gestão para a Sustentabilidade – 5 Grandes Desafios. No evento, Ricardo Voltolini, diretor-presidente da consultoria Ideia Sustentável e idealizador do NEXT – Observatório de Tendências em Sustentabilidade (iniciativa da Plataforma Liderança Sustentável), apresentou as principais tendências identificadas na pesquisa:
1) Mapear e mensurar as externalidades: Usar ferramentas que permitam identificar os impactos socioambientais e calcular as externalidades com a máxima precisão;
2) Definir temas materiais e objetivos estratégicos: Priorizar  temas materiais para mensurar o que realmente importa e conectá-los com os objetivos estratégicos;
3) Transversalizar a sustentabilidade na gestão: Implantar a sustentabilidade em toda a organização, e não apenas em uma ou outra área;
4) Gerar Valor Compartilhado & Relato Integrado: Integrar as informações de sustentabilidade aos relatos financeiros, valorizando outros capitais, além do econômico;
5) Promover a conectividade de ferramentas:
Integrar cada vez mais diferentes instrumentos de gestão da sustentabilidade, evitando o desperdício de esforços que não dialogam entre si.
Ao lado de Voltolini, compuseram a mesa para o lançamento do estudo o diretor-presidente da Fundação Espaço ECO® (FEE) – principal apoiadora do NEXT –, Roberto Araújo, e a diretora titular adjunta do Comitê de Responsabilidade Social (CORES) da FIESP, Grácia Elisabeth Fragalá. 
Para Araújo, “os conteúdos da pesquisa representam uma contribuição prática para quem lida diretamente com a gestão da sustentabilidade no dia a dia das empresas”.Grácia comemorou: "Atualmente, buscamos aproximar pequenos e médios empresários das discussões de sustentabilidade do ponto de vista da estratégia de negócio, e esta publicação é a ferramenta que precisávamos para alcançar nosso objetivo. O CORES está muito satisfeito por consolidar a parceria com Ideia Sustentável e FEE."
Durante o evento, o público conferiu também a participação do principal validador do estudo, Oliver Laasch, fundador do Center for Responsible Management Education (Centro de Educação em Gestão Responsável) e diretor do Instituto de Inovação Tecnológica da Universidade de Manchester. Coautor do livro Principles of Responsible Management: Glocal Sustainability, Responsibility, and Ethics (Princípios da Gestão Responsável: Sustentabilidade, Responsabilidade e Ética “Glocais”), o especialista falou aos participantes diretamente da Inglaterra, via Skype, sobre a importância da sustentabilidade tanto na dimensão individual – a compreensão de cada um dos colaboradores das organizações – quanto na estratégica – inserir o conceito no planejamento e nas operações.
Sobre Ideia Sustentável
Ideia Sustentável é uma empresa especializada em estratégia e inteligência em sustentabilidade criada, em 1993, por Ricardo Voltolini, um dos primeiros especialistas no tema no Brasil. Com o diferencial de ter 20 anos de mercado, atua em modelo híbrido – think tank (organização dedicada a produzir e difundir conteúdos e táticas sobre assuntos estratégicos para públicos de interesse) e consultoria –, desenvolvendo e gerindo conhecimento para empresas, em três linhas: consultoria, educação e conteúdos.

Fundação Espaço ECO®

Inaugurada em 2005, a Fundação Espaço ECO® foi instituída pela BASF – The Chemical Company, com o apoio da GIZ, agência de Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável. Ela está situada em São Bernardo do Campo/SP em uma área de aproximadamente 300 mil m² considerada Reserva da Biosfera do Cinturão Verde do Estado de São Paulo pela UNESCO. A Fundação Espaço ECO é um centro de excelência em educação e gestão para a sustentabilidade com a missão de promover o desenvolvimento sustentável no ambiente empresarial e na sociedade.

Fonte: Ideia Sustentável

União Europeia dá o primeiro passo n Protocolo de Paris

UE DÁ PRIMEIRO (E CURTO) PASSO NO PROTOCOLO DE PARIS


Bloco se adianta ao propor oficialmente corte de “pelo menos 40%” de suas emissões de gases estufa até 2030 em relação a 1990

A União Europeia (UE) deu a largada rumo ao acordo do clima de Paris nesta quarta-feira (25/02), ao tornar-se o primeiro bloco a colocar na mesa sua proposta de redução de gases de efeito estufa para o novo tratado global, a ser implementado em 2020. Um documento divulgado pela Comissão Europeia detalha a visão dos 27 países sobre o novo regime climático e diz o que os europeus estão dispostos a fazer.

A chamada Contribuição Nacionalmente Determinada Pretendida (INDC) da UE chega um mês antes do prazo informal dado pelas Nações Unidas para os países desenvolvidos apresentarem seus números. Traz também um avanço ao propor que o novo acordo, que os europeus já estão chamando de Protocolo de Paris, tenha força de lei internacional. Porém, ainda faz pouco para colocar o mundo na trajetória segura de limitar o aquecimento global no fim deste século a 2 °C, objetivo almejado pelos membros da Convenção do Clima da ONU, com base nas recomendações da ciência.

A INDC europeia propõe reduzir as emissões dos 27 países do bloco “em pelo menos 40%” até 2030 em relação aos níveis de 1990, sem a compra de créditos de carbono de fora. Segundo o documento da Comissão Europeia, isso colocaria a UE numa trajetória “economicamente viável” de cortar 80% de suas emissões até 2050, permitindo uma chance “provável” de ficar dentro do limite de 2 °C.
Na linguagem estatística do IPCC, o painel do clima da ONU, “provável” significa uma chance de pelo menos 66%.

“Os europeus merecem crédito por terem sido os primeiros a fazer o anúncio, mas sua oferta está aquém do que seria sua contribuição justa ao esforço mundial de redução de emissões”, diz Mark Lutes, analista sênior de clima do WWF, uma das organizações integrantes do Observatório do Clima. “Estamos dizendo que o mundo precisa reduzir a zero as emissões de queima de combustíveis fósseis e chegar a 100% de energia renovável até 2050; e a proposta europeia não chega lá.” No entanto, ressalta Luttes, os europeus deixaram a porta aberta para revisões periódicas dos compromissos a partir de 2020, algo que o Brasil tem defendido nas negociações.

“Esperamos que a UE ainda possa aumentar sua contribuição à luz do que a ciência diz que é necessário fazer para evitar o caos climático”, diz o secretário-executivo do Observatório do Clima, Carlos Rittl. “Da mesma forma, esperamos que o Brasil não fique dependendo disso para colocar na mesa um compromisso de redução de emissões ambicioso e proporcional a sua responsabilidade. Para o Brasil, fazer a coisa certa no clima representa oportunidade de recolocar a economia nos eixos, e nós não podemos deixar essa oportunidade passar só porque outros países estão fazendo menos do que deveriam.”

O Brasil é um dos países com mais oportunidades para redução de emissões e tem tudo para assumir um papel de protagonismo, estimulando os outros países a aumentarem a ambição do novo acordo global”, afirma o gerente de estratégias da conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e  coordenador-geral do Observatório do Clima, André Ferretti.


Fonte: Assessoria de Comunicação NQM