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segunda-feira, 25 de maio de 2015

RA Embalagens é Carbon Free!



Empresa compensa emissões e contribui para o combate as mudanças climáticas e a crise hídrica

Localizada no Distrito Industrial de São José do Rio Preto, cidade do noroeste do estado de São Paulo, a RA produz embalagens customizadas e comercializa seus produtos em todo o território nacional.

Conscientes da importância de suas atividades, mas também sensibilizados pelos impactos causados em sua operação, a direção da RA Embalagens decidiu compensar as emissões dos chamados gases de efeito estufa (GEEs) com o plantio de 719 árvores típicas da Mata Atlântica pela Iniciativa Verde em área de manancial. Essas árvores compensarão as emissões de 136,58 toneladas de carbono emitidas pela RA Embalagens em um ano de operação.

Para Lucas Pereira, diretor da Iniciativa Verde e responsável pela emissão do selo Carbon Free adquirido pela RA, essa parceria na região é fundamental, pois revela o interesse do setor produtivo em contribuir decisivamente para a reversão dos seríssimos problemas de abastecimento de água pelos quais o estado de São Paulo tem passado há mais de um ano. 

Já realizamos esse trabalho em outras regiões e cidades como, Garça, São Carlos e Jaú. Temos consciência da importância dessa nova parceria com a RA Embalagens, pois abre uma porta para nós numa cidade muito importante. Nosso objetivo é atrair novos investimentos na região de São José do Rio Preto e, quem sabe, conseguir uma escala para contribuir com a recomposição de matas ciliares no município e na região”.
Ao chegar a São José do Rio Preto, por meio desse projeto com a RA Embalagens, a Iniciativa Verde revela o compromisso em atuar de maneira ativa com empresas de todo o Estado para recuperar áreas vitais para a “produção de água” que abastecem todos os setores da sociedade, ou seja, agricultura, indústrias e população em geral.

Segundo Rodolfo Crippa Amaral, diretor da RA, ”nossa ideia inicial foi a de participar de um programa pelo qual plantássemos árvores a cada quantidade de milheiros de embalagens vendidas. E, foi por meio de uma pesquisa no Google que conhecemos a proposta da Iniciativa Verde e que casa bem com o nosso propósito, ou seja, plantar árvores e contribuir com a compensação de gás carbônico na atmosfera”. Rodolfo ainda completa, “proteger o meio ambiente é uma responsabilidade a qual zelamos com todo respeito merecido. Estamos imensamente felizes por ter a oportunidade em participar”.










13/06: Palestra de Reinaldo Canto sobre Mudanças Climáticas em SP




Mudanças Climáticas: Suas Consequências e Cobertura Jornalística - Palestra Gratuita

O que é mudança climática; principais consequências;

o que muda na vida das pessoas;

a dificuldade de escrever sobre o tema;

curto prazo x longo prazo;

como envolver à sociedade sobre essa problemática



Palestrante: Reinaldo Canto

Dia 13 de junho de 2015, sábado, das 14h00 às 17h00

80 Vagas
Inscrições até 10 de junho ou enquanto houver vaga

Os participantes receberão certificados.

Local: Auditório Vladimir Herzog, Rua Rego Freitas, 530 – Sobreloja – Vila Buarque (próximo ao metrô República)

Como fazer a inscrição?


Encaminhar email  para: cursos@sjsp.org.br


  • Os sindicalizados, pré-sindicalizados e os que já fizeram cursos no Sindicato:  nome completo, empresa onde trabalha, função e telefones para contato;
  •  Os demais:  informar  nome completo, data de nascimento, formação (curso, faculdade e ano que se formou), MTb, empresa onde trabalha, função e telefones para contato;
  • Os estudantes deverão informar o curso, instituição e período/semestre que estão cursando


Sobre Reinaldo Canto:

Jornalista há 35 anos formado pela Cásper Líbero; pós-graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento; trabalhou nas principais emissoras de televisão e rádio do país (Globo, Record, Bandeirantes, Cultura e Gazeta); escreveu para revistas da Abril e atuou na área de comunicação de grandes empresas (Banespa, Cosesp);

Nos últimos 12 anos têm atuado na área da sustentabilidade, cidadania e meio ambiente; foi diretor de comunicação do Greenpeace Brasil; coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e assessor de imprensa do Instituto Ethos; foi também correspondente da Carta Capital, da Envolverde e diversas mídias ambientais, na COP-15 em Copenhague/2009 e na Rio+20/2012.

Já participou do julgamento de diversos prêmios ambientais, entre eles, Octavio Brandão (Maceió-AL); Jornalistas & Cia/HSBC; Von Martius (Câmara Brasil-Alemanha); Abrelpe; Voluntários Bradesco e Prêmio Allianz de Jornalismo Ambiental (do qual, inclusive, foi finalista em 2011).

Atualmente é colunista da Carta Capital, do Observatório do 3º Setor (rádio e portal) e do Mercado Ético; parceiro em projetos e conteúdos da  Envolverde; mediador em painéis, de feiras do empreendedor do Sebrae; professor da FAPPES nas matérias Gestão Ambiental e Sustentabilidade & Consumo Consciente; consultor e assessor de imprensa da ONG Iniciativa Verde; palestrante e consultor da área ambiental; roteirista e escritor de temas ambientais (recentemente concluiu a animação “A Rebelião das Águas”, lançada no Dia Mundial da Água:


                   

Fonte: Sindicato dos Jornalistas de SP


Pensar Eco recomenda!

Muito bom o vídeo "A Rebelião das Águas"
Parabéns e muito sucesso, Reinaldo Canto!
Érica Sena

Por que e onde descartar óleo de cozinha usado, segundo o Portal eCycle

Óleo de cozinha

O óleo de cozinha já utilizado contamina milhares de litros de água se descartado de maneira incorreta. Porém, a partir do descarte correto, é possível fazer sabão, tintas e até combustível

Todo mundo sabe que o óleo comestível, normalmente chamado de óleo de cozinha, é reciclável, mas ainda restam muitas dúvidas por aí

 Como descartá-lo, por que não podemos jogá-lo na pia ou nos bueiros?
 Quais os tipos de óleos? 
 O que podemos fazer com o óleo usado? 
 Como armazená-lo?

Primeiro, atentemos a algumas diferenciações e informações básicas. Os óleos são formados por substâncias insolúveis em água (lipídeos). Não existe muita diferença entre óleo e gordura - a única que existe, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), tem relação com a temperatura: a 25°C o óleo vegetal é líquido e a gordura é sólida.

A classificação entre óleo virgem, extra virgem (azeite) e óleo bruto (de soja, milho, girassol) está relacionada aos processos de extração e de purificação desses óleos vegetais. Os óleos extra virgens ou virgens apenas necessitam de uma filtração para retirar partículas sólidas após o processo de prensagem (que retira o óleo da semente, fruta ou folha); já o óleo bruto é extraído por meio de um solvente e passa por muitas outras fases para ficar pronto.

Os óleos e gorduras de origem animal podem ser obtidos por meio da trituração, altas temperaturas e pressão.

As gorduras vegetais hidrogenadas são obtidas por meio de processos dehidrogenação para aumentar seus prazos de validade.
Óleo não pode ir pelo ralo

Todos os tipos de óleos apresentados anteriormente não podem ter como destino pias, bueiros, ralos ou guias da calçada porque impactam negativamente o encanamento da sua casa e também poluem a água, além de contribuírem para morte de seres vivos.
No encanamento das residências, existe um equipamento chamado caixa de gordura que armazena gordura proveniente das pias. A caixa de gordura normalmente é feita de plástico PVC ou de concreto. O descarte incorreto na pia de óleo de cozinha usado provocará o entupimento dos encanamentos e acúmulo de gordura na caixa citada. Quando isso ocorre, é necessário um processo trabalhoso para limpá-la, além de realizar o mesmo processo nos encanamento. Por isso, evite ter esse trabalhão ao não jogar fora o óleo usado de cozinha na pia (conheça receita para desentupir o ralo de maneira sustentável).

A outra parte do óleo descartado que passou pelos encanamentos e não ficou retido na caixa de gordura, chega às redes que coletam o esgoto doméstico. É possível que o óleo siga por dois caminhos distintos: para uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), para um rio ou mesmo o mar. Para chegar a uma ETE, é preciso que o óleo misturado com água e outros resíduos passe por uma rede coletora - nesta passagem é que o óleo obstrui o fluxo de esgoto que iria para a ETE. Descartando o óleo indevidamente, você não só prejudica a estrutura do seu encanamento como também pode causar o refluxo do esgoto para outras residências.

Quando o esgoto sem tratamento chega a um rio, o óleo misturado ao esgoto irá poluir esse corpo hídrico, porém isso depende da carga de esgoto que o rio suporta. 

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) apresenta uma resolução que estabelece limites para lançamento de óleos vegetais e gorduras animais em corpos hídricos receptores de esgoto (efluente) de até 50 miligramas por litro (mg/L), sendo que a partir deste valor, o óleo de fritura polui mais 25 mil litros de água, o que já é um valor bem alto. 

O impacto causado pelo óleo é a diminuição de oxigênio dissolvido na água, por meio da atividade de micro-organismos que degradam o óleo e ao mesmo tempo consomem muito oxigênio - isso provoca a morte da fauna aquática.
Então, o que fazer com o óleo?

Após utilizar o óleo de fritura velho (de preferência em pouca quantidade), você pode armazená-lo em uma garrafa PET.

Utilize um funil para facilitar a entrada do óleo na garrafa. Conforme for utilizando o óleo, vá armazenando desse modo e lembre-se de sempre fechar bem as garrafas para evitar vazamentos, mantendo também fora do alcance de crianças e animais de estimação que podem ser atraídos pelo cheiro do óleo ou pela simples curiosidade. Após preencher algumas garrafas PETs, procure empresas e ONGs especializadas neste tipo de coleta seletiva, assim como postos de entrega voluntária para descartar o seu óleo de forma correta.

A quantidade armazenada de óleo irá variar de acordo com o local em que você for realizar o descarte. Por isso, procure saber o local em que você irá descartar, para então obter a informação de quantos litros são necessários para realizar a entrega.

Encontre aqui os postos para destinação correta de óleo mais próximos da sua residência.

Lembre-se que 50 mg de óleo provocam a poluição de mais de 25 mil litros de água. Mesmo que você utilize uma pequena quantidade de óleo de cozinha, é importante armazenar na garrafa PET, e não descartá-lo na pia, ralo ou bueiro.

Existe também a possibilidade de armazenar uma determinada quantidade de óleo (preferencialmente em uma garrafa PET) e fabricar o seu próprio sabão caseiro feito de óleo de cozinha. Clique aqui e saiba como fazer.

O óleo descartado corretamente é utilizado para produção de biodiesel, sabão, tintas a óleo, massa de vidraceiro e outros produtos. Isso preserva matéria-prima, incentiva a reciclagem e evita que mais litros de óleo sejam descartados de maneira incorreta.


Portanto, para colaborar com a preservação do ecossistema, dê uma utilidade ao óleo usado: o reaproveitamento. Assim, você elimina o problema de um item que, apesar de biodegradável, é um poluidor e grande contaminante, e dá uma nova utilidade para ele, evitando que cause riscos à saúde. A sustentabilidade agradece. (Equipe eCycle)